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Mostrando postagens de Maio, 2011

Aprendendo com os erros

A sensação de ser novo em um lugar é muito ruim, quanto mais num que você não pode errar e, se errar, é porque você é novo e não conhece. Esta sensação que te persegue por um bom tempo, enquanto o seu cérebro se acostuma com todas aquelas novas ferramentas de trabalho.

Na minha situação é diferente um pouco, pois as ferramentas são computadores e isso eu domino rápido. Mas agora é que vem a grande mágica: "o público". Saber lidar com pessoas é uma arte que exige principalmente persuasão, postura e carisma, o que não domino muito bem. Mas devagarinho vou aprendendo com os meus erros, quase que diários. 
Engraçado que os erros me forçam a não errar mais. Aliado com uma capacidade que recentemente descobri, que é aprender rápido a mecânica das coisas - talvez por causa do meu forte senso de observação - as coisas se tornam um pouco fáceis. Mas não deixando de ter suas dificuldades, considerando o nível de cada pessoa.
Mesmo isso tudo ocorrendo, no final eu sinto ser a mesma pessoa…

O Primeiro Selo do Blog

É muito gratificante para nós dizer que nosso blog já foi reconhecido com um Selo. Agradecemos sinceramente a indicação, que foi feita pela pela Bruna do blog Relicáriohttp://algunspensamentos-bruna.blogspot.com/



1- Exibir imagem do blog
2-Postar o link de quem te indicou.
3- Postar as regras
4-Indicar 10 blogs e avisar aos indicados


Os Indicados:
1.) Luiza do O Cotidiano de Cada Dia 2.) J. Sampaio do Entaosoupoesia 3.) Mônica Costa do Sobre Umas Cores 4.) Amanda e Elidiane do Literatura Entre Amigas 5.) Sebastião Soares OBRA XXI 6.) Assiz Andrades do O Avesso Do Espelho 7.) Thyallen Oliveira doAprendiz de Mãe 8.) Maroka AlmeidadoNovidades da Maroka 9.) d. bohn doEu Acho que Eu Simplesmente Esqueci 10.) Blog do Charque Blog do Charque
Obrigado a todos que gostam do que escrevemos. Fazemos isso por prazer.

Pseudônimo

Apenas para disfarçar o ego E ludibriar a vaidade
Hoje um nome Amanhã outro Mas a pena e o tinteiro são os mesmos
A ideia na cabeça O papel nas mãos E a glória no olhar
Glória esta que, ele sabe, não chegará Porém é isso que lhe mantém os pés no chão Ciente de sua fraqueza
Mas nem por isso deixando de sonhar.
Angelus.

... ainda que piegas?

“Quandoagentegosta é claroque a gente cuida, falaquemeama... aonde está vocêagora?” Sim, emtemposmodernos e comhábitos e valores subvertidos, existe amor. Temposemque se diz serarcaico uma mulhercasarvirgem, masqueainda prevalece o machismopeloqual a mulher deve cuidar da casa, sabercozinhar, estarsemprelinda e maravilhosa, entender lhufas sobrefutebol, carro e nãodirigir. Interessantemente que, apósumgrandecomercialsobrecasamentos, se falou sobre as embalagens e não da essência de uma família. Antigamente, moças eram virginais e comedidas, educadas às prendas domesticas, e aprendiam que havia doismandamentos. A saber, o 1º “Amaras ao SenhorteuDeus”, e o 2º: “Adoraras ao senhorteumarido, e dedicada serás a ele e aos filhos”. Casavam no máximo aos 24, e de preferênciacom os doutos, afinalbompartidotinhabens, alguma nobreza e, normalmente, umfalso titulo de doutor. Digo issopelofato de quesemprequem é doutor é quem fez doutorado. E elas, quando sabiam, e sabiam muito, eraler e escrever e …

Desafio Literário

Vou responder ao desafio proposto pela Luiza, do blog O Cotidiano de Cada Dia,  (http://ocotidianodecadadia.blogspot.com), que me indicou.
Então, mãos à obra!

#Desafio Literário#

Existe um livro que você leria e releria várias vezes?A minha preferência de gênero literário são os romances policias e aqueles que vêm impregnados de mistério. Nada supera a emoção da descoberta na primeira vez que você lê. Eu precisaria me esquecer do desfecho (o que, confesso, é bem difícil) para reler. Mas eu já reli alguns depois de um bom tempo. Por exemplo, Anjos e Demônios do Dan Brown e O Segredo de Chimneys da Agatha Cristie. Mesmo eu me recordando do que aconteceria, ao longo da trama as peças iam se encaixando e tudo fazia sentido.
Mas se existe um livro que eu lerias várias vezes mesmo, esse livro seria A Menina Que Roubava Livros do Markus Zusak.É um turbilhão de emoções tão encantadoras e assustadoras que não se torna cansativo. Além, é claro, de ser a única forma de estar ao lado da Morte ainda v…

Aeromoça

Ultimamente, ele passou a olhar mais para o céu.      A cada avião que surgia, seu coração acelerava, ansiando por voar ao seu encontro.      Será que ela está lá?, pensava.      Imaginava-a em seu belo uniforme. O sorriso lindo a lhe iluminar a face.      Isso o alegrava e entristecia.      Ela alçara voo.      Sem paradeiro.      Ele permaneceu aqui.      Entretanto, sentia-se motivado.      A cada viagem, ela acumulava uma experiência nova na bagagem. Por isso, enquanto sua amada desbravava os céus, ele, em terra firme, também seguiria em frente.      Conquistaria suas próprias experiências, venceria suas próprias lutas. Assim, teria o que compartilhar ao seu regresso.      Mas enquanto este dia não chegava, sempre que podia, ele parava e vislumbrava o firmamento...      Simplesmente olhando as nuvens.

Angelus.

Sentimentos Confusos

Após alguns anos sem saber o que é se apaixonar ou mesmo amar, todos algum dia experimentam esses sentimentos mesmo que confusos. Durante anos venho fugindo disso , pensando que isso só acontecera em novelas ou filmes não na vida real, engraçado que quando acontece é as mil maravilhas você fica todo "abobado" não liga pra mais nada a não ser se entregar ao sentimento forte, que aflige os seus pensamentos mais escondidos.
E esse tipo de sentimento é as vezes uma espécie de resfriado, o chamamos de paixão, por ser um resfriado ele é passageiro, mas incurável , e você o pega de tempos em tempos uns mais fortes outros mais fracos.Mesmo que ele seja passageiro acontece de você nunca esquecer uma grande paixão, que nem sempre é correspondido o que faz dele uma grande decepção e mesmo diante disso você não consegue esquece-lo de jeito nenhum.
Comigo aconteceu assim, houve uma paixão não correspondida que só cresceu e cresceu, mas o tempo cuidou disso, fazendo com que ele desaparece-s…

Os limites da “democracia racial”

Pode-se entender democracia racial como o direito de ir e vir e de se expressar livremente, independentemente da cor. Entretanto, esse conceito é limitado pelo status social de cada indivíduo, que determina até onde o cidadão pode transitar ou o alcance das suas palavras.     Observando os diversos ambientes e cenários da sociedade, constatamos que não há nenhuma proibição quanto o ingresso de pessoas devido a sua cor. O que se subentende é que, de acordo com o poder aquisitivo do cidadão, seja ele negro ou branco, ele tem o direito de frequentar festas de alto nível ou limitar-se a permanecer na favela.      Inclusive a veemência das palavras proferidas por cada um de nós tem de passar pelas camadas sociais. Um negro, pobre, que reclama da negligência dos governantes perante os mais necessitados, não passa de um número entre os milhões de brasileiros. Já esse mesmo negro, se fosse abastado, seria visto por grande parte da população como um homem de ideais nobres.      O termo “dem…