E ludibriar a vaidade
Hoje um nome
Amanhã outro
Mas a pena e o tinteiro são os mesmos
A ideia na cabeça
O papel nas mãos
E a glória no olhar
Glória esta que, ele sabe, não chegará
Porém é isso que lhe mantém os pés no chão
Ciente de sua fraqueza
Mas nem por isso deixando de sonhar.
Angelus.

Exatamente, a visao do guerreiro é vencer a guerra! Para a conquista dar certo, vale ir até ao CQC (custe o que custar).
ResponderExcluirpoxa! poetizando já
ResponderExcluirta no ritmo rsrs
Nossa, primeira vez qe entro no blog, já virei fã! Adorei seus posts!
ResponderExcluirAdorei esse texto, vocês escreve muito bem
ResponderExcluirOii, tem selo no meu blog pra você.
ResponderExcluirBjo ;)
Belas palavras, Angelus. Muito, mas muito lindas mesma. Já usei um pseudônimo, faz parte da fraqueza dos poetas.
ResponderExcluirMuito obrigada pelo selo, fez-me muito feliz.
Beijo
=*
Algumas pessoas dizem que utilizar um pseudônimo é como uma máscara escondendo quem você realmente é por dentro. No entanto, esse ``esconderijo`` acaba sendo mais um passe de liberdade do que uma prisão ou uma fuga do real. Interessante essa dualidade, não?
ResponderExcluir