![]() |
| fonte da imagem |
As lembranças espalham-se por todo canto
Apenas fragmentos
Pedaços mal acabados
Para ela, tudo tem um caco de recordação
Farpas inflamadas.
Ela é uma rosa bela e perfumada
Com o corpo repleto dos espinhos da memória
Mas decidiu fazer uma limpeza geral
Jogar fora todas as lascas
Arrancar os espinhos
Dói
Como um soco na boca do estômago
Mas ela persiste
Cada dia um pedaço extraído
Tem de ser feito devagar, aos poucos
O que no inicio parecia impossível
Agora é uma hipótese plausível
As lembranças espalham-se por todo canto
Apenas fragmentos
Pedaços mal acabados
Mas agora são apenas peças do passado.
Angelus.
descupem a ausência.
descupem a ausência.

seria quase extatamente o que sinto nesse momento, acabei de terminar um relacionamento e achei que tem a ver muito comigo.
ResponderExcluirobrigado pela visita caro amigo. Venho lhe convidar para que veja a nova postagem no blog, e sua opinião será sempre bem vinda.
abraço e obrigado pelas visitas de sempre !
Interessante o teu blog e...obrigada por visitar o meu!
ResponderExcluirBeijo!
belas palavras...muito bom...
ResponderExcluirLembranças... tenho uma coleção delas! Umas eu guardo carinhosamente. Estas, são as que me envolvem num laço de amor, vigor e saudades. Outras, eu deixo mais escondidinhas, procuro manter um contato menor; são doídas.
ResponderExcluirDe qualquer forma, o passado nos serve como motivo para evoluirmos e crescermos cada vez mais, funciona como uma espécie de alavanca.
Senti sua falta por aqui.
Com carinho, Wanda.
Muito bom texto ;D
ResponderExcluirotimas palavras .
ResponderExcluirquero te seguir baby mais n acho a apçao !
http://meeninasmulheres.blogspot.com/2011/10/oracao-da-mulher.html
Quem me dera fosse tão simples assim esquecer...
ResponderExcluira memória é nosso próprio veneno
Dói mesmo, como um soco no estômago
ResponderExcluirótimas palavras!
pedaços mal acabados...
Ótimo texto! Parabens!
ResponderExcluirAh se fosse assim tão fácil... Parece a história do filme O Homem do Futuro.
ResponderExcluirMuito bonito, Angelus. E quantas são as lembranças que machucam-nos e temos que juntar os cacos para seguirmos em frente. O interessante mesmo é juntar os cacos e torná-los tão presos uns aos outros que não soltem-se jamais. É isso, até a próxima, Angelus.
ResponderExcluirCara, seu texto tem grande espectro de ação. Em algum momento todos se identificam. Dói cada pedaço, mas é necessário. Um forte abs e sucesso!
ResponderExcluirBelas palavraas *-*
ResponderExcluirBlog Atualizadoo!!! Dá uma passadinha lá, vs vai adoraar!!!
http://echidellanima.blogspot.com/
Ah, que lindo. Você soube escolher as palavras muito bem. Os versos ficaram doces e gostosos de ler. Adorei!
ResponderExcluirBeijo
http://www.garotasdizem.com/
lindo..
ResponderExcluirtem muito haver com eu tenho sentido...
http://patyveiga.blogspot.com/
acho que todos nós um dia ja passamos por isso
ResponderExcluirquem nunca teve que juntar seus próprios cacos, que nunca esteve aos pedaços ou ainda quem nunca sofreu a dor de tirar da carne seus próprios espimhos.
muito boa a poesia, sincera, verdadeira e profunda
parabéns
Quem me dera ter lembranças em fragmentos... rsrs
ResponderExcluirAs minhas as vezes são mais fortes que a própria realidade presente.
Vou tentar fazer uma faxina feito esta narrada no poema, tornar tudo cacos indistinguíveis.
Seria praticamente uma libertação íntima.
Mto legal sua postagem, inspiradora.
Vou nessa,
Abraços!
http://redutonegativo.blogspot.com
@rejane_marques
Otimo blog e muito bom o post estou aqui dando uma passadinha comentando e seguindo de volta !!! Obrigado...
ResponderExcluirhttp://souzasong.blogspot.com/
Lembranças, as vezes boas, as vezes tão dolorosas, as vezes se vão e muitas vezes são carregadas conosco até o fim da vida. Beijos http://nacaoesmaltada.blogspot.com/
ResponderExcluirLembranças são muito importantes, mesmo que em fragmentos pois é a partir desses que somos levados ao passado apenas como espectadores. Afinal, não podemos mudá-lo, apenas imaginar como seriam as coisas se tivessem tomado um rumo diferente, talvez. Tentar esquecer algo soa meio como se fosse impossível mas o próprio tempo se encarrega de fazer essa limpeza. Pode demorar, mas acontecer. Por outro lado, senão for no tempo certo, pode realmente doer tal qual um curativo tirado antes da ferida se cicatriz.
ResponderExcluirBom, seu post me propôs essa reflexão. Taí uma lembrança que guardarei sem pensar duas vezes.